25/11/2007


é de completo estranhamento a relação do homem com a natureza

po.
pro.
retro.
ab.

cesso
IGNORÂNCIA

ig-nocere
(in-nous)
(não-conhecimento)

-inconsistência (em que consiste?)
-incoerência (começo)
-insistência (sistema)
-insapiência (saída)

inocência
(in-ciência)

palavras
Quem habita o hábito ou ausências
não pensa no que se repete, no mesmo:
é impulsionado a pensar o diferente.


Hábito é esquecimento.
Esquecimento não é
uma forma de saber:
o não-conhecimento?



hábito-esquecimento
esquecimento-pensar
não-conhecimento


o um é uma forma de: o

17/11/2007

Há encontros que têm como causa algum equívoco, outros, uma grande incoerência (do destino, talvez); quando os dois, o desencontro se mostra como uma impossibilidade.

Há palavras também que são um grande equívoco e uma incoerência, e quando se desencontram de sua impossibilidade, viram algo de real e absurdo, quando não muito, fantásticas.

Mas, dada a imprevisibilidade, um reencontro é sempre possível. Há equívocos que são fantásticos.

Não sei. Acordei pensando nessas coisas. Talvez não façam sentido algum, sejam um equívoco ou uma incoerência. Talvez não digam nada, talvez. Mas servem como lembrança de qualquer sensação ao acordar num dia chuvoso com uma imagem clara e ao mesmo tempo antiga de um sorriso em dias assim.

14/11/2007



Seria mais trágico se Sísifo não conseguisse sequer tirar a pedra do lugar. E ainda mais cômico. Ou, como diria Camus, "é preciso imaginar Sísifo feliz".

31/10/2007

quem habita o hábito ou ausências

19/10/2007

mas não se encontra nada onde não há nada que não se encontre

10/10/2007

de que difere
uma ferida que refere
a dor
e uma que desfere
sem cicatriz?

09/10/2007

quem quando quer
qualquer coisa

cristal ou chuva
corpo ou núvem

causa esquecimento